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Veloterra dos Campeões carioca Velopraia 2014 – A definir – 22 e 23 de Novembro 2014

REGULAMENTO VELOTERRA 

CAPITULO I

Art. 1º – A equipe Velopraia realizará no estado do Rio de Janeiro a COPA CARIOCA VELOPRAIA VELOTERRA 2014, que poderá ter sua nomenclatura associada ao patrocinador a definir.

CAPITULO II

O CAMPEONATO

Art. 2º – A COPA CARIOCA VELOPRAIA VELOTERRA 2014 será disputado em 8 (oito) etapas nas datas estabelecidas pelo calendário 20134no estado do Rio de Janeiro, será realizada também o veloterra dos campeões onde ocorrerá  a premiação do circuito.

Art. 3º – O calendário será divulgado nos sites www.velopraiaracing.com.br e www.motox.com.br e deverá ser seguido sem alteração de datas, salvo se, por caso fortuito ou de força maior, fortes chuvas ou outro intempérie que venha a proporcionar risco à integridade física de pilotos, organizadores, equipes, público, etc.

 

Art. 4º – Eventualmente, o local ou a cidade da prova poderá ser mudado caso se vislumbre quaisquer das situações previstas no art. 3º ou por outro motivo relevante, devendo ser comunicado pela equipe Velopraia em site do seguimento, como o, www.velopraiaracing.com.br, www.motox.com.br, como também via email,  o mais breve possível, para que todos possam se programar para o evento.

 

CAPITULO III

AS PISTAS

 

Art. 5º – As pistas serão construídas com pelo menos 8 metros de largura em pelo menos 80% de sua extensão, com 1.000 a 2.000 metros de extensão com capacidade para comportar no mínimo 20 e máximo 30 motos com total segurança. Deverá estar cercada com cerca plástica de proteção para conter acesso de público e entre a cerca e a pista deverá haver distância mínima de 5 metros, distância esta entre cada sentido das pistas se for lado a lado. A largada terá comprimento de 50 a 100 metros com primeira curva a direita ou à esquerda, devendo esta primeira curva ter largura de pelo menos 12 metros.

 

CAPITULO IV

AS CATEGORIAS

 

Art. 6º – O Veloterra 2014 terá 14 categorias sendo:

PENÉLOPE (feminino qualquer moto)

VX50CC (Idade máxima 9 anos)

VX65CC (Idade máxima 13 anos)

VX85CC e 150CC ( Idade máxima 17 anos)

VX230CC (CRF / TTR )

VX2 TEMPOS ( Motos importadas 2 tempos)

VX NACIONAL A  ( Motos acima de 181cc 2 Tempos / Acima de 231cc 4 tempos, e 230cc somente na copa carioca)

VX NACIONAL B ( Motos até 180cc 2 tempos e até 225cc 4 tempos + XL 250 )

VX-1 (Importadas acima de 201cc 2 tempos e acima de 351cc 4 tempos)

VX-2 (Importadas até 200cc 2 tempos e até 350cc 4 tempos)

VX-3 (Qualquer moto pilotos com mais de 30 anos)

VX -4 (qualquer moto pilotos  a partir de 40 anos)

FORÇA LIVRE NACIONAL ( Qualquer moto nacional e piloto livre)

FORÇA LIVRE IMPORTADA ( Qualquer moto importada e piloto livre)

ATENÇÃO PILOTOS: PARA INSCRIÇÕES  NAS CATEGORIAS VX3 e VX4, E OBRIGATÓRIA A APRESENTAÇÃO DE DOCUMENTO ORIGINAL DE IDETINFICAÇÃO COM FOTO.

 

Art. 7º – O número mínimo de motos será de 6 por categoria. Se não houver essa quantia a categoria poderá largar juntamente com outra categoria não conflitante, desde que o total de motos das duas categorias juntas não ultrapasse o número de vagas disponíveis no gate de largada e a classificação será separada.

 

CAPITULO V

ORDEM DE TREINOS E LARGADAS PARA VELOTERRA EM TODAS AS ETAPAS.

 

Art. 8º – SÁBADOS

Treinos:

14:00-  Categoria  nacional

14:30-  Categoria  importadas adultos

15:00 – Categoria 50cc 65cc e 85cc

15:30 – Categoria Penélope

16:00 –  Categoria  nacional

16:30 –  Categoria  importadas adultos

17:00 – Categoria 50cc 65cc e 85cc

17:30 – Categoria Penélope

Obs.: horários sujeitos a alterações pela direção de prova, haverá divisão caso seja necessário, por # par e impar.

 

Art. 9º – DOMINGOS – Treinos e largadas na seguinte ordem:

Treinos:

08:00 – 08:15 Categoria 65cc e 85cc/150cc

08:15 – 08:30 Categoria Penélope

08:30 – 08:45 Categoria 50cc

08:45 – 09:00 Categoria nacional # impar

09:00 – 09:15 Categoria nacional # par

09:15 – 09:30 Categoria  importada # impar

09:30 – 09:45 Categoria  importada # par

Obs.: horários sujeitos a alterações pela direção de prova.

 

A ordem das largadas das categorias serão divulgadas no dia da etapa a ser realizada.

 Largadas:

10:30– LARGADA 

11:00 _ LARGADA 

11:30 _ LARGADA

12:00 _ LARGADA 

12:30 _  LARGADA 

13:00 _ LARGADA

13:30 _ LARGADA

14:00 _ LARGADA

14:30 _ LARGADA

15:00  – LARGADA

15:30 – LARGADA

16:00 - LARGADA 

16:30 – LARGADA

17:00 – LARGADA

Obs.: horários sujeitos a alterações pela direção de prova.

 

Art. 10º – A manutenção de pista será feita quando necessário.

 

Art. 11º – A placa de 2 voltas será mostrada a todos os pilotos quando o líder da bateria passar, após completados 15 minutos de prova, indicando as duas últimas voltas. Em seguida receberão bandeira quadriculada. As categorias terão tempo de prova de 15 minutos + 2 voltas, com exceção das categorias 50 cc e Penélope que terão o tempo de prova de 10 minutos + 2 voltas;  e a categoria 65 cc tempo de prova de 12 minutos + 2 voltas.

 

CAPITULO VI – INSCRIÇÕES

 

Art 12º – As inscrições poderão ser feitas secretaria no sábado e domingo, nos dias de treinos e provas.

 

a) Ao assinar a inscrição, o piloto ou responsável reconhecerá imediatamente este regulamento eximindo a equipe organizadora, patrocinadores, apoios, diretores, e auxiliares de quaisquer responsabilidades civil e criminal, estando ciente dos riscos da prática de modalidades esportivas de velocidade com motocicletas.

 

b) O piloto assinará a ficha de inscrição na primeira etapa que participar e esta valerá por todo o campeonato.

 

Art. 13º – O valor da inscrição será de R$ 60,00 (sessenta reais) para cada categoria e as demais serão R$50,00 para o mesmo piloto.

 

a) O valor não será devolvido em hipótese alguma nem poderá ser utilizado em outra etapa nem mesmo transferido para outro piloto.

 

CAPITULO VII

BANDEIRAS/SINALIZAÇÃO

 

Art. 14º – A sinalização será feita com bandeiras de acordo com o Art. 634 da FIM e essas bandeiras devem ter 50cm X 60cm em cores e com as seguintes especificações:

 

Bandeira Verde: será utilizada para conferência no gate de largada, autorizando os pilotos a ligarem os motores e informar ao diretor de provas que tudo está OK.

 

Bandeira Vermelha: Seu uso é restrito ao diretor de provas, obrigatório a todos os pilotos, indica que todos devem parar. É utilizada para informar cancelamento da largada e que será dada nova largada e também para interrupção da prova, por qualquer motivo que a justifique, sendo que, se decorridos mais de 50% do tempo de prova ela será encerrada com a classificação dos pilotos na última volta. Se não decorridos 50% do tempo, a bateria terá nova largada com tempo total. Ocorrendo nova paralisação, a bateria será considerada nula para todos os efeitos.

 

Bandeira Amarela: indica que há perigo na pista de qualquer natureza, moto caída ou com problemas mecânicos, piloto caído ou outro motivo que exija a sua utilização e fica proibida ultrapassagem quando a mesma for agitada. O piloto que se aproveitar de bandeira amarela para levar vantagem de qualquer natureza será imediatamente DESCLASSIFICADO da prova.

 

Bandeira branca com cruz vermelha: Atendimento médico na pista, PROIBIDO ultrapassagem.

 

Bandeira Azul: É acionada para informar ao piloto retardatário que ele deve facilitar a ultrapassagem de outro piloto mais rápido quando estiver tomando volta. Não deve, no entanto, colocar em risco a sua pilotagem para isso. Porém, se mesmo em locais de ultrapassagem, este piloto retardatário dificultar a passagem do piloto mais rápido, por má fé ou qualquer atitude desleal ou anti desportiva, depois de ter recebido bandeira azul por três vezes, este piloto será penalizado com desclassificação (bandeira preta).

 

Bandeira Preta junto com placa com o numero do piloto: Informa ao piloto que ele foi DESCLASSIFICADO da prova pelos motivos apresentados na sessão PENALIDADES ou por outro motivo que a justifique.

 

 

Bandeira Quadriculada: Informa o término da prova ou treino.

 

CAPITULO VIII

DA LARGADA

 

Art. 15º – A largada será feita com gate e terá 30 vagas no máximo. Portanto, as inscrições para cada categoria serão feitas até o máximo de 30, havendo mais do que isso, os pilotos deverão se inscrever em outra categoria que comporte sua motocicleta, ou aguardar a desistência de um outro piloto por qualquer motivo que seja para poder largar – NÃO HAVERÁ BATERIA CLASSIFICATÓRIA.

 

Art. 16º – O piloto deverá se apresentar no parque fechado para colocação dos transponders de cronometragem pelo menos 15 minutos antes do início de sua bateria respeitando os locais de entrada e saída de pista e com o motor de sua motocicleta DESLIGADO. O diretor de provas não vai aguardar nenhum piloto atrasado. A responsabilidade pelo cumprimento do horário será do piloto, que receberá por escrito o cronograma de prova no ato da inscrição.

 

Art. 17º – Os horários serão entregues a cada piloto na secretaria de provas.

 

Art. 18º – Após a colocação dos transponders os pilotos entrarão na pista e esta será fechada. Após o fechamento, nenhum piloto poderá entrar mais para a prova.

 

Art. 19º – A entrada no gate será por ordem de classificação geral na copa, no caso da primeira etapa, quando ainda não há pontuação, a entrada no gate será por ordem de inscrição. O piloto receberá o chip, um de cada vez e irá para o gate. Assim que a categoria for chamada pelo serviço de som, os pilotos ou membros de sua equipe deverão se encaminhar para o parque fechado para a colocação dos chips.

 

A) Será montado um corredor para comportar até 30 motos onde os pilotos deverão entrar e permanecer até receberem o chip e a ordem para irem para o gate.

 

Art. 20º – Assim que todos os pilotos estiverem alinhados em seus lugares no gate, o fiscal de largada fará a conferência de um por um, e, se estiver tudo OK, sinalizará com bandeira verde para que seja apresentada placa de 15 segundos, finalizando com a placa de 5 segundos.

 

Art. 21º – A placa de 5 segundos será mostrada aos pilotos e neste tempo o gate vai baixar autorizando a largada.

 

Art. 22º – Todos deverão esperar o gate baixar para largarem. Se algum piloto queimar a largada ficará preso no gate e não caberá recurso do tempo que perder para se livrar do gate e largar.

 

Art. 23º – Haverá na largada um fiscal para verificar essas ocorrências e este informará à direção de provas o numeral do piloto que cometer qualquer infração para que sejam tomadas as providências.

 

Art. 24º – Se, eventualmente ocorrer algum problema com o gate, atrapalhando a largada ou algum piloto, será acionado a bandeira vermelha para uma nova largada ficando essa decisão sob responsabilidade do diretor de provas.

 

CAPITULO IX

ÁREA DE PIT STOP

 

Art. 25º – Em todas as pistas será destinada área de pit stop para que as equipes possam informar o piloto sobre sua situação na prova.

 

Art. 26º – Somente poderá entrar nesta área pessoa com CREDENCIAL fornecida ao piloto no ato da inscrição.

 

Art. 27º – Não será permitida a presença de qualquer pessoa nas dependências da pista fora da área de pit stop. Se, eventualmente, alguma pessoa for surpreendida dentro da pista, e, se esta pessoa estiver com algum piloto, este piloto será imediatamente DESCLASSIFICADO da prova.

 

Art. 28º – Em casos de acidente, somente a equipe médica poderá adentrar à pista para prestar o devido socorro. Se, eventualmente, alguma outra pessoa invadir a pista, será imediatamente retirada e, se estiver com credencial de algum piloto, este piloto será DESCLASSIFICADO.

 

Art. 29º – O piloto somente poderá ser ajudado pelo seu mecânico ou pelo chefe de sua equipe credenciados dentro da área do pit stop. Se estiver em outro local da pista deverá empurrar sua motocicleta até o pit stop para receber auxílio. Se não for possível chegar ao pit stop para receber auxílio, uma pessoa de sua equipe poderá ir até o local onde ele estiver, porém, pelo lado externo da pista, não cruzando a mesma para tal. Assim que resolver o problema com sua motocicleta poderá retornar à prova.

 

Art. 30º – O abastecimento durante a prova somente será permitido no pit stop e com o motor DESLIGADO.

 

Art. 31º – O piloto é responsável pela ordem e disciplina na área do pit stop que ocupar.

 

CAPITULO X

EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIOS

 

Art. 32º – Serão de uso obrigatório, sem os quais nenhum piloto poderá participar de qualquer prova:

 

Botas, capacetes, óculos, camisa e calça apropriados.

 

CAPITULO XI

DAS PENALIDADES

 

Art. 33º – Será penalizado com DESCLASSIFICAÇÃO da prova o piloto que:

 

1 – Não respeitar sinalização com bandeira azul por 3 (três) vezes;

 

2 – Que se aproveitar de bandeira amarela ou de bandeira branca com cruz vermelha para levar vantagem sobre seus adversários e não devolver a(s) posição(ões) que ganhou na mesma volta;

 

3 – Que não adentrar ao parque fechado e à pista antes de seu fechamento;

 

4 – Que tenha pessoa de sua equipe fora da área determinada para pit stop, dentro da pista ou em área proibida;

 

5 – Que for flagrado pela direção de provas ou for denunciado, com provas, por qualquer pessoa presente ao evento por estar trafegando em alta velocidade nos boxes ou fora da área determinada para aquecimento e teste de motos, ou mesmo sem equipamentos obrigatórios de segurança, ou permitir que outra pessoa use de sua motocicleta;

 

6 – Que for flagrado por fiscal de prova queimando a largada;

 

7 – Que não desligar o motor de sua motocicleta dentro da área do parque fechado depois de solicitado pelo fiscal de prova;

 

8 – Que agir com atitudes anti desportivas durante a prova ou fora dela, depois de julgado e condenado pela Comissão Julgadora;

 

9 – Que permanecer na pista após o termino da prova ou que adentrar à pista antes da ordem do diretor de provas;

 

10 – Que cortar pista intencionalmente.

 

a) Se, em disputa de posição o piloto sair da pista e conseguir ultrapassar por fora o seu adversário, deverá devolver a posição, pois, se não o fizer, ao final, independente da posição que terminar, será penalizado com a perda de uma posição ou quantas ganhou com a ultrapassagem por fora da pista;

 

11 – Que transitar com a motocicleta em sentido contrário ao estabelecido para a prova,  principalmente se ultrapassar a linha de chegada após receber a bandeira quadriculada;

 

12 – Que, quando por algum motivo sair da pista durante a prova e não retornar ao ponto onde sair, aproveitando-se disso para tirar vantagem dos adversários;

 

13 – Que for flagrado abastecendo a motocicleta dentro do pit stop com o motor ligado ou fora do pit stop;

 

14 – Que não efetuar a devolução do transponder imediatamente ao término da prova;

 

 

 

 

 

CAPITULO XII

DA COMISSÃO JULGADORA E RECURSOS

 

Art. 34º – Em todas as etapas serão escolhidos três pilotos para fazerem parte da comissão julgadora que será responsável pelo julgamento de recursos interpostos pelos pilotos, pais ou responsáveis por pilotos menores de idade.

 

CAPITULO XIII

DA PONTUAÇÃO NO CAMPEONATO

 

Art. 35º –  A  pontuação individual para o piloto será do 1º ao 10º em cada categoria com os seguintes valores

 

1º – 20

2º – 16

3º – 14

4º – 11

5º – 9

6º – 7

7º – 5

8º – 4

9º – 3

10º -2

 

 

a)     Se por qualquer motivo a prova for interrompida e não for possível realizar outra largada e se a prova ainda não atingiu 80% do seu tempo programado, será mantido o resultado até o momento da paralisação e a pontuação para efeito de campeonato será a metade do valor atribuído a cada colocação de acordo com este artigo. Depois de transcorrido 80% do tempo de prova a pontuação será feita com seu valor integral. Lembrando que a classificação da prova será a que estiver na tela do computador de cronometragem no momento da paralisação.

b)     Os demais participantes  da prova, desde que completem voltas marcadas pela cronometragem eletrônica, receberão 1 (um) ponto no campeonato.

 

Art. 36º – O campeão será aquele que somar o maior número de pontos ao final da 8 etapas do campeonato. O piloto que participar de todas as 8 etapas terá 3 (três) pontos somados em sua pontuação. O critério de desempate será o melhor resultado no confronto direto na última etapa realizada.

 

Art. 37º – No final do campeonato será marcada data para entrega da premiação onde os 3 primeiros colocados em cada categoria receberão um troféu com as suas colocações.

 

 

 

CAPITULO XIV

DA PREMIAÇÃO

 

Art. 38º – Serão premiados com troféus os 10 primeiros pilotos de cada categoria em todas as etapas, sendo que a entrega dos troféus será feita pela organização.

a)     Caso a etapa tenha premiação com brindes ou em espécie, somente terão validades para as categorias que tiverem um número de inscritos igual ou maior que 10 (Dez).

Art. 39º – Os 10 primeiros colocados receberão os troféus no Pódio e serão chamados pelo diretor de provas para a premiação.

 

Art. 40º – Os pilotos que não tenham vindo receber sua premiação no pódio, deverão retirar seus troféus na secretaria de provas até as 18 horas do dia da prova. Passado esse prazo os troféus serão recolhidos e reciclados e o piloto perderá o direito a ele.

 

CAPITULO XV

DAS MOTOCICLETAS

 

Art. 41º – As motos deverão estar sem espelhos, acessórios, cavalete central, pedal de apoio da garupa, piscas, mata cachorro e qualquer equipamento que venha a por em risco a segurança do piloto e dos demais participantes.

 

Art. 42º – Pneus tipo cross.

 

Art. 43º – Obrigatórios números visíveis na frente e nas laterais.

 

Art. 44º – Obrigatório uso de ponteiras nos escapamentos, se cair durante a prova ou treinos poderá terminar a bateria mas não poderá alinhar para a prova ou outra bateria sem que o mesmo seja consertado.

 

CAPITULO XVI

DA CRONOMETRAGEM

 

Art. 45º – A cronometragem em todas as etapas deverá ser eletrônica, com transponders e o resultado de cada bateria será  entregue ao locutor do evento que fará a premiação aos 10 primeiros colocados, que deverão ser chamados e se dirigirem ao pódio. Em caso de impossibilidade de cronometragem eletrônica por qualquer motivo que seja, essa será feita manualmente pelos cronometristas responsáveis.

 

Art. 46º – Cada piloto deverá adquirir o suporte do transponder na primeira etapa que participar, sendo que não terá suporte para empréstimo em nenhuma das etapas;

 

CAPITULO XVII

DA VISTORIA DAS MOTOCICLETAS

 

Art. 47º – Todas as motos serão vistoriadas na entrada do parque fechado para conferência dos itens de segurança e da etiqueta de inscrição que constará as categorias em que o piloto vai participar com a mesma.

 

Art. 48º – As motos irregulares em desconformidade com o artigo 41 deste regulamento serão impedidas de entrarem no parque fechado enquanto não forem regularizadas, e, depois do fechamento do parque fechado estarão desclassificadas da bateria.

 

CAPITULO XVIII

ÁREA DO BOX

 

Art. 49º – É proibido a circulação de motocicletas no box para testes, somente é permitido para dirigir-se à entrada do parque fechado, sendo que os testes deverão ser feitos em área de testes determinada pela direção de provas. O piloto infrator será advertido e na reincidência será DESCLASSIFICADO da prova.

 

Art. 50º – No caso de outra pessoa, da equipe ou não, desrespeitar esta determinação, o piloto será penalizado nos termos do artigo 48º. O piloto é responsável pela ordem e disciplina na área do box que ocupar.

 

CAPITULO XIX

DO RESPEITO E SEGURANÇA

 

Art. 51º – O piloto deverá respeitar todas as disposições constantes no presente regulamento e seus adendos, bem como disposições do código brasileiro de motociclismo.

 

Art. 52º – Fica terminantemente proibido trafegar em sentido contrário ao da competição.

 

Art. 53º – O piloto deve obedecer ao traçado original da pista, podendo ser punido com desclassificação em caso de corte na pista.

 

Art. 54º – O piloto que abandonar a prova deverá retirar a sua motocicleta da pista e deverá deixá-la em lugar e de forma que não constitua perigo para os outros participantes, retirando-a da pista ao término da prova.

 

Art. 55º – O piloto será responsável pelos atos de sua equipe.

 

Art. 56º – É expressamente proibido participar da prova o piloto que estiver em estado de embriagues ou sob efeito de drogas, devendo este ser encaminhado ao médico responsável pela prova e, se constatado a infração o piloto será DESCLASSIFICADO do evento.

 

Art. 57º – Os pilotos menores de 18 anos somente poderão ser inscritos com autorização dos pais ou responsáveis legais.

 

Art. 58º – O piloto deverá dar passagem aos concorrentes que estiverem em condições de fazê-lo e NUNCA prejudicar os demais. Em caso de queda ou de falha mecânica, depois de restabelecido, o piloto poderá prosseguir na competição.

Art. 59º – A equipe organizadora deverá manter a pista em condições de segurança para a realização das provas bem como no mínimo duas ambulâncias equipadas com equipamentos de primeiros socorros e uma equipe composta por médico, paramédicos ou socorristas devidamente treinados para tal durante os dias de prova, desde a abertura dos treinos até o término do evento.

Art. 60º – A equipe organizadora deverá manter fiscais de pista com bandeiras amarela e branca com cruz vermelha em todos os pontos da pista que não sejam visíveis aos pilotos participantes, para avisá-los de perigos.

Art. 61º – A equipe organizadora deverá manter seguranças na pista fiscalizando e impedindo a entrada de pessoas não autorizadas e controlando a área de pit stop.

Art. 62º – A prova deverá ser realizada em locais que contenham o mínimo de conforto necessário como: praça de alimentação, sanitários, área de box com capacidade para receber pilotos, equipes e público e serviço de som para comunicação com box, transmissão da corrida e divulgação de patrocinadores e apoios.

CAPITULO XX

RECLAMAÇÕES / PROTESTOS

 

Art. 63º – O direito à reclamação ou protesto cabe unicamente aos pilotos ou aos pais ou responsáveis legais no caso de menores de 18 anos.

Art. 64º – As reclamações ou protestos deverão ser feitos por escrito para a Comissão Julgadora e discriminadas suas razões em formulário próprio que se encontra na secretaria da prova;

Art. 65º – As reclamações somente serão aceitas, por escrito, até 30 minutos depois de encerrada a bateria, As reclamações feitas após esse horário serão consideradas intempestivas e não serão apreciadas.

 

Art. 66º – Na impossibilidade de julgamento no dia da prova, a comissão deverá fazê-lo em até 96 horas após o evento, devendo comunicar o resultado por escrito à parte interessada e corrigindo eventuais prejuízos.

CAPITULO XXI

DISPOSIÇÕES FINAIS

 

Art. 67º – Casos omissos e assuntos que não tenham sido abordados neste regulamento serão alvos de apreciação e decisão pela Comissão Julgadora em cada uma das etapas.

Art. 68º – Eventuais normas novas que venham a ser estabelecidas deverão ser entregues aos pilotos, por escrito, no ato da inscrição nos dias de prova.

Art. 69º – A nulidade de quaisquer das disposições ou cláusulas deste Regulamento não prejudicará as demais disposições nele contidas, as quais permanecerão válidas e eficazes.

Art. 70º – Este regulamento entrará em vigor no dia 01 de Fevereiro de 2013.

Caraguatatuba, 01 de Janeiro de 2014
Degmar Fernandes – Diretor de provas – VELOPRAIARACING

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